Perfeito Somente o Pai Celestial

Foto: Free-Photos / Pixabay

O maior presente que um filho pode dar a um pai é o respeito, em forma de amor, ainda que ele não o enxergue, em seu genitor, como o seu maior benfeitor.

Pela dádiva de Deus, autor da vida, eles se juntaram – pai e filho – para uma família compor, e assim possam, cada um com sua tarefa, ter o seu esplendor, ainda que obstáculos tentem, a família, decompor.

Existem o pai liberal e o pai conservador, mas os dois, mesmo com diferentes formas de lidar com seu filho, sempre, o seu gerador na Terra, será dele o mentor.

Ainda que haja decepções, nunca um filho deve guardar de seu pai um rancor, assim com um pai só deve proporcionar ao seu filho momentos de esplendor.

Quando um malfeitor atinge um filho amado e cria problemas em seu desfavor, o seu pai, sendo um exímio cuidador, sente em sua alma uma enorme dor.

Um amoroso pai, que se põe como um incansável protetor, assim como o cuidadoso pastor, jamais abandona seu filho, ainda que ele se desvie e se torne, para sua família, um opressor.

Acima de tudo, o que deve reinar, entre pais e filhos, para ser gerado um lar promissor, é o que o Pai Celestial nos concedeu como maior valor e exemplo de união, o amor.

Pedido de Auxílio Doença durante período de pandemia

Foto: Pedro França / Agência Senado

Recentemente o INSS publicou portaria em que prorroga a abertura das agências para o dia 24 de agosto de 2020.

Desde a suspensão dos serviços presenciais devido à pandemia do Covid-19, o INSS tem possibilitado ao segurado que esteja incapacitado para o trabalho habitual, requerer o benefício de INCAPACIDADE TEMPORÁRIA (nova nomenclatura do benefício Auxílio Doença) pela internet, através do sítio “Meu INSS”.

O referido procedimento tem permitido que o segurado não seja submetido a perícia médica presencial pelo INSS, mas para isso, deve atender a requisitos mínimos exigidos para a concessão da benesse.

Durante o período de quarentena, o órgão tem antecipado 3(três) parcelas mensais do benéfico no valor de um salário mínimo, a partir da simples análise do atestado médico e exames que comprovem a incapacidade. O documento pode ser fotografado ou digitalizado e anexado no sistema Meu INSS e deve atender as seguintes recomendações:

⁃ Constar assinatura do médico, com o seu respectivo número do CRM (conselho Regional de Medicina);

⁃ Descrever a doença com o CID (classificação internacional da doença);

⁃ Conter o tempo de afastamento, com a data de início e possível fim da incapacidade.

As referidas informações são imprescindíveis para a concessão do benefício por incapacidade. Caso o atestado médico não tenha alguma das informações elencadas acima o pedido poderá ser indeferido.

Se acaso a resposta seja o indeferimento administrativo do benefício, e tenha como motivo o não cumprimento dos requisitos essenciais atinentes ao atestado médico, o segurado deverá se submeter a nova perícia médica, devendo ser realizada no formato presencial, no entanto, está só será realizada após retomados os atendimentos médicos periciais administrativas.

Se sobrevier o deferimento do pedido, o INSS pagará o benefício no valor de R$ 1.045,00, durante período de 3 meses.

Procedimento diferente deve ser realizado se o segurado recebe rendimentos superiores ao salário mínimo e sobrevenha para este a incapacidade.

Nesse caso, após realizado requerimento administrativo pela chamada perícia indireta e, em sendo constatada a incapacidade para o trabalho, a previdência social deverá antecipar o valor também correspondente ao salário mínimo, enquanto persistir a incapacidade. No entanto, por se tratar de segurado cujo valores sejam acima do salário mínimo, este deverá agendar nova perícia médica, que deverá ser realizada no formato presencial, apenas quando as atividades administrativas voltarem à normalidade. Sendo constatado o período de incapacidade desse beneficiário na perícia presencial, o INSS deverá pagar a complementação dos valores referentes ao período de afastamento do trabalho.

Apesar da pandemia ter causado transtornos de ordens diversas a toda sociedade, tendo limitado inclusive a prestação de alguns serviços, como é o caso da análise dos benefícios previdenciários, ainda assim, os segurados dispõem da plataforma não presencial “Meu INSS” para requerer benefícios e obter informações pessoais.

Não obstante seja dada essa possibilidade ao segurado, a complexidade do ato requer do mesmo atenção e conhecimento básico para uma possível resposta positiva de sua pretensão. Em parceria com a Previdência Social, os escritórios de advocacia possuem legitimidade para realização dos requerimentos administrativos, sem a necessidade do atendimento presencial, apenas para os serviços que assim permitam.

Procure um advogado especialista na área previdenciária que seja de sua confiança e saiba mais detalhes.

Seresteiro Extasiante 

(Foto: Iniciantes do Violão)

É noite de lua cheia e o céu esbanja o brilho de suas estrelas grandiosamente deslumbrantes, que iluminam a todos de forma fascinante, enquanto o seresteiro para em frente ao sobrado e, por um instante, olha para o alto de forma elegante, a fim de enxergar sua joia rara e cativante. 

Com a alma excitante, sua amada, brilhante, tanto quanto um precioso diamante, da janela, com um olhar impactante, coração vigoroso e pulsante, espera o seu príncipe encantado cantar e tocar o seu violão afinado e empolgante, e mostrar toda a sua sedução exuberante. 

Nas primeiras notas harmônicas e confortantes, dá para perceber na dama o seu belo semblante, encantada com o fascínio do seu dileto, um homem que lhe demonstra ser um baú de afeição galante, além de prover confiança incessante em sua alma excitante. 

Ao ouvir suas canções prediletas e marcantes, a encantadora e vibrante namorada acena para o seu seresteiro apaixonado e elegante, demonstrando que as melodias deixam seu corpo em estado exultante e sua áurea refletindo bons fluídos de forma abundante.

Por sua vez, o postulante a eterno companheiro, toca despreocupado e confiante, esperando apenas que a sua futura esposa sinta a sua energia pujante e cheia de amor empolgante, que momentos como aquele, sejam sempre, para os dois corações, uma forma criadora e estimulante,

É chegada a hora da despedida, e o seresteiro fascinante dedilha suas últimas notas de forma significante, com o único propósito de deixar a alma da sua amada ainda mais confiante, semelhante a um anjo de sorriso abundante, refletindo ao céu sua luz revigorante.

Após colocar o seu encantador violão nas costas, o apaixonante seresteiro esboça um sorriso e um olhar irradiante, ao tempo em que retira do seu paletó, de forma galante, uma bela e perfumada rosa, onde oferece, em forma de brinde, a sua inesquecível bem-amada, que se despede com um maravilhoso e dócil semblante.

Observações de Isolamento (Parte II) – Da reflexão ao agradecimento

Foto: Gerd Altmann / Pixabay

Na lembrança de alguns
Ainda deve está fresca a memória,
Da luta que foi cravada
Com suor e sangue
Em nossa história.

Nem tem muito tempo assim
Que se rezava pra ter saúde,
E se saúde não tivesse
Se orava ao nosso “padin”,
O padre Cícero era o médico
De cada milagre que não tinha mais fim.

O programa que hoje está salvando
Não existia nem em sonho.
Adoecer era coisa de rico,
E o pobre que adoecesse
Apelasse pra benzedeira
Seja espinhela caída, cobreiro ou quebranto.

Quando o direito à saúde chegou
A felicidade foi sem tamanho,
A mortalidade infantil despencou,
E se começou a prosperar
A novidade de poder viver
Muito mais que cinquenta anos.

A empregada ganhou pré natal,
A professora regulou a pressão,
E o agricultor, com dor a tanto tempo
Pôde se tratar do cansaço
Que ele achava que a qualquer momento
Ia matá-lo do coração.

Agora imaginem só,
Teve um tempo desse
Um tempinho ali, bem pertinho
Que queriam desmantelar
Esse direito à saúde
Que é de nós tudinho…

Queriam voltar a ditar
Quem ia na sala do doutor,
E a gente que começasse a rezar
Pedir saúde a nosso Senhor,
Porque dinheiro não ia sobrar
Pra o luxo de sentir dor.

Já pensou que confusão?
O vírus chegou de mansinho
E já pegou pra mais de milhão,
Imagina se não tivesse
Acesso a saúde pra toda população?

E o malvado do COVID num escolhe não,
Pode ser pobre, rico, jogador ou jardineiro,
E quando o bicho chega
Não tem curandeira que obre milagre não…

Mas eu soube que lá no posto
E também no hospital
Tem super-homem de capa branca,
E mulher maravilha de capote
Que tem feito cada milagre sem igual.

Tem também o pessoal,
Que faz todo o sistema funcionar,
Serviços gerais, técnicos e administrativos,
Que estão a todo momento
Botando o vírus pra chispar.

Trocaram a própria segurança
Do seio familiar,
Pra cuidar de todo mundo
Que houvesse de precisar.
O que seria de nós agora
Sem esses heróis pra nos ajudar?

Vou encerrando o meu verso
Deixando o meu: Muito obrigada!
Pra todos os profissionais
Que abriram mão da vida
Pra nos dar um tantinho de vida a mais.

Perdas que geram desequilíbrio emocional

Foto: Ulrike Mai / Pixabay

Quando falamos em perdas, naturalmente nós seres humanos rejeitamos o termo e nos assustamos com a possibilidade de perder algo ou alguém.

A cada prejuízo, o ser humano recebe um impacto emocional. A intensidade com isso acontece, depende diretamente do quanto esse individuo está organizado emocionalmente naquela ocasião, e de como ele se posiciona diante de cada dificuldade.

É comum identificarmos pessoas, que quando perdem algo ou alguém muito importante, ficam confusas quanto ao sentido da vida, e se desorganizam psicologicamente. 

Esses acontecimentos são consequência da fragilidade emocional, e do modo como cada indivíduo lida com seus percas. Esse posicionamento está diretamente ligado com a resiliência desenvolvida por essa pessoa ao longo das frustrações da vida.

Mas a final. Por que algumas pessoas não se acostumam com ordem natural do universo, que envolvem diariamente decisões, escolha, vitórias e derrotas?

Por que somos resistentes a aprender que muitas das coisas que perdemos não dependem da nossa vontade?

A evolução natural do mundo nos permite sempre conquistar algo ao mesmo tempo em que precisamos abrir mão de outras.

A exemplo desse atual momento delicado, que o planeta passa no contexto da saúde humana.

Quando um alguém escolher ficar em casa, ele abre mão da sua liberdade para ter saúde.

Quando outro alguém decide não cumprir as regras do distanciamento social, ele ganha a liberdade, mas correr o risco de perder a saúde e/ou a vida. 

Então caro leitor. A cada perda vivenciada nosso corpo experimenta doses de desconforto e sofrimento emocional. Cabe então a cada um de nós, agir com inteligência emocional diante de cada escolha, uma vez que, se faz necessário desenvolver habilidade de sobrevivência, sabendo que ganhamos e perdemos o tempo todo. 

É importante ter consciência de que, nem toda perda está relacionada com a morte. Muito embora esse contexto da finitude da vida seja a perda mais dolorosa, e é em torno dela que gira os maiores desconfortos, e os mais intensos sofrimentos emocionais. 

Desde que o COVID-19 começou se alastrar no planeta, o elemento morte ficou muito mais evidente e sempre vem ganhando destaque por todos os lugares. É comum que esses eventos tornem as pessoas mais impactadas emocionalmente.

É bem verdade que durante a quarentena ganhamos companhias de alguns que eram ausentes, assim como perdemos as companhias de alguns que eram presentes.  

Em outras épocas muitas vidas iniciavam e findavam todos os dias nos mais variados lugares ao redor do mundo, só que esses acontecimentos não eram noticiados de modo detalhado como estão agora. 

Todas essas perdas geram desequilíbrio emocional, pensamentos disfuncionais, e adoecimento psicológico, não tem como naturalizar esses acontecimentos, nós não conseguimos vivenciar isso tudo e não nos sensibilizarmos, a somatização é automática, principalmente para aqueles que acompanham diariamente a evolução desse fenômeno. 

É importante sempre ficar atento ao seu próprio nível de preocupação e sofrimento, caso você esteja tendo prejuízos com seus compromissos e atividades, é recomendável procurar ajuda de profissional de Psicologia, para reestabelecer essa condição emocional. Caso exista esse tipo de incomodo e não seja reorganizado, você tem uma grande possibilidade de desenvolver uma doença emocional. 

Atualmente muitas pessoas estão desencadeando crises de ansiedade, devido ao grande nível de somatização das perdas no período de isolamento social.

Na verdade o que faz você adoecer é a maneira com que você pensa e encara os fatos e as perdas. Quando o indivíduo vivencia uma psicoterapia ele desenvolver habilidade emocionais através do autoconhecimento, aprendendo estratégias de administrar seus pensamentos e emoções.

Observações de Isolamento (Parte 1)

 

 
 
 
 
 
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Foi um alvoroço danado 

quando todo mundo 

teve que ficar trancafiado.

Afinal, como é que pode 

o homem evoluído viver isolado?

Era empresário se agoniando 

para manter seu capital…

Eram os CNPJ’s com a mão na cabeça

com medo de perder cada real.

Era mãe de menino estressada,

sem saber como ia assumir 

o trabalho da professora 

de letramento, tabuada 

e até descobrir o valor de Pi.

Era a mulherada tudo doida 

com os salões de beleza fechados,

E os fitness na maior tristeza 

com as academias com placa de “notificado”.

Era rico indo para praia 

que comprou ano passado,

e postando a foto com #tbt 

para não ser criticado.

Era gente saindo escondido 

pra ir ver o namorado,

até um dos dois adoecer 

e ver que o tal do vírus não era inventado.

Mas nesses isolamentos de luxo

o que muitos ignoraram,

foi o agricultor garantindo a mesa farta

se arriscando pra cuidar do roçado.

A empregada não se isolou 

porque a patroa quebrou a unha 

e já ficou sem paciência

no primeiro dia que ela faltou.

A padaria ficou aberta,

porque o pão quente 

tem que chegar em todas as mesas, 

religiosamente na hora certa.

Era eletrônico com medo 

do novo vírus pegar 

mas tinha que consertar a TV 

porque no isolamento

série e filme não podiam faltar.

Era borracheiro de máscara

trocando a câmara de ar,

porque o carro de luxo 

precisa estar no ponto para poder viajar.

Era gente deprimida 

porque tinha que se trancar,

E gente mais deprimida ainda 

quando era obrigado a trabalhar.

Nessa bifurcação 

que tinha um lado isolado 

e outro sem poder se isolar,

os problemas que já existiam 

começaram a se escancarar.

A grande empresa não fechou 

mas o empresário parou de ir,

deu máscaras aos funcionários 

e “continuem a produzir!”.

Já o autônomo não teve escolha,

ou trabalhava escondido 

ou fazia milagre com auxílio,

e dividia o prato com os cinco filhos.

Tinham ainda os desavisados 

que em casa podiam ficar,

mas os pés davam até coceira 

se tivessem que ficar parados.

Ôh, “resfriadinho” danado!

chegou arrancando a máscara do sistema 

que bem antes da quarentena 

já estava fracassado…

Quando Raul profetizou

sobre “o dia em que a terra parou”

mal sabia ele que para a maioria 

nunca houve de ter parado…

Falei tudo no verbo passado 

querendo que acabe logo 

o que ainda não passou,

não só o virus maldito,

mas toda desigualdade 

que desde menino já reclamava vovô.

Porque a vasectomia ainda é cercada de mitos e tabus?

Foto: PublicDomainPictures
/ Pixabay

Durante um atendimento de pré-natal fui indagada pela paciente com a seguinte pergunta: Como faço para me operar e não ter mais filhos? Seguindo o atendimento e conversa, soube que ela já estava em sua quarta gestação não planejada, e se mostrava totalmente decidida a não ter mais filhos.

Segui explicando que a cirurgia que “opera a mulher” para não ter mais filhos, não tem como ser realizada no parto pois não é permitido pelo SUS mesmo que a mulher já esteja enquadrada nos critérios que permitam a laqueadura. 

Hoje, a lei proíbe a realização da laqueadura na mulher durante o parto. Caso seja ele uma cesariana, pela lei, a mulher só pode fazer o procedimento 42 dias após o parto, o que inviabiliza e dificulta bastante as mulheres que dependem do SUS. Ela deverá passar por avaliação, esperar vaga, submeter novamente ao procedimento cirúrgico e pós operatório.

Decidi então falar pra ela conversar com seu esposo, para que ele fizesse a vasectomia. Este trata-se de uma cirurgia bem mais simples, em comparação a laqueadura. Ela é realizada em ambulatório, não precisa internação hospitalar e no mesmo dia o homem volta às suas atividades diárias, com pequenas restrições. Mas a mulher foi direta: meu marido tem medo dessa cirurgia.

Ao ouvir essa fala, logo percebi o quanto ainda existe um grande tabu e preconceito dos homens com relação a vasectomia. Mitos e desinformação marcam esse assunto, como o receio da impotência sexual após a cirurgia. A maioria dos homens ainda pensa que esse procedimento vai interferir na sua masculinidade e virilidade.

A vasectomia é um método de contracepção eficiente e seguro. O procedimento é bastante simples e feito com anestesia local. Consiste em cortar e ligar dois pequenos tubos que saem de cada um dos testículos e por onde passam os espermatozoides no momento da ejaculação. Dessa forma, eles não conseguem chegar ao corpo da parceira.

Após 60 dias da pequena cirurgia o homem deve realizar um exame chamado espermograma para certificar – se que não há mais espermatozoides na ejaculação. A vasectomia é uma cirurgia que a princípio é definitiva, porém, pode haver o processo reversão que já não é tão simples como a principal e depende da avaliação do urologista.

Quebrando alguns mitos:

– O homem que se submete à vasectomia continua ejaculando normalmente.

– A vasectomia também não altera a produção do hormônio masculino, a testosterona, nem altera a ereção e a micção. 

– Não há qualquer alteração na libido (desejo sexual) e na virilidade. 

Esse texto tem o propósito de mostrar como a sociedade ainda tem uma visão machista de que somente a mulher deve ser responsável pela condução dos métodos contraceptivos para evitar gestações indesejadas. Mostro aqui que o processo de contracepção do homem é muito mais simples, rápido, barato e com menor tempo de recuperação.

Precisamos desmistificar esse pensamento antiquado e essa falta de informação e quebrar esse medo que os homens têm de se submeteram a um procedimento, achando que isso irá interferir no seu desempenho sexual. Somente levando informação podemos quebrar esses paradigmas aos poucos.

Gestora do Hospital de Santana emite nota de pesar pela morte do prefeito

Foto: Divulgação

O Instituto Nacional de Pesquisa e Gestão em Saúde (InSaúde), entidade gestora do Hospital Regional de Santana do Ipanema, emitiu uma nota de pesar pelo falecimento do prefeito Isnaldo Bulhões Barros.

A empresa ressaltou que “o legado de fé, de uma vida dedicada a servir aos outros ficará eternizado”. Ao mesmo tempo o InSaude se solidarizou com a família e amigos.

Veja abaixo a nota:

• NOTA DE PESAR •

O InSaúde – Instituto Nacional de Pesquisa e Gestão em Saúde gestora do Hospital Regional de Santana do Ipanema, se une a toda população da cidade para manifestar seu pesar e consternação pelo falecimento do ilustre Prefeito Dr. Isnaldo Bulhões Barros.

Seu legado de fé, de uma vida dedicada a servir aos outros ficará eternizado.

À sua família e amigos, toda nossa solidariedade e carinho neste momento de dor.

Cordialmente,

Diretoria do InSaúde
Instituto Nacional de Pesquisa e Gestão em Saúde

Por Lucas Malta / Da Redação

Benefício de Auxílio Doença ao trabalhador diagnosticado com Coronavírus

Foto: Pedro França / Agência Senado

Apesar das medidas de combate e enfrentamento ao Covid-19, dentre as quais o fechamento de diversos locais de trabalho, ainda assim existem profissões, que por sua essencialidade, estão autorizadas a prestar seus serviços à população.

Como já é do conhecimento popular o Coronavírus é uma doença que pode incapacitar o indivíduo para as atividades laborais e até mesmo para os mais simples atos do dia a dia. Por ser uma doença de alto contágio, há a necessidade do afastamento imediato do trabalhador de suas atividades profissionais que apresente algum sintoma do Coronavírus.

Nesse sentido, o Governo Federal, na intensão de amenizar os efeitos econômicos da pandemia possibilitou ao empregador, acaso sobrevenha diagnostico de Covid-19 em algum funcionário, e este seja devidamente atestado pelo médico, que o pagamento durante o afastamento dos primeiros 15 dias ficará a cargo do INSS.

A referida previsão legal está inserida na Lei n° 13.982 de 02 de abril de 2020, a qual dispõe em seu artigo 5º que a empresa poderá deduzir do repasse das contribuições à previdência social, observado o limite máximo do salário de contribuição ao RGPS o valor devido nos termos do § 3º do art. 60 da Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, ao segurado empregado cuja incapacidade temporária para o trabalho seja comprovadamente decorrente de sua contaminação pelo coronavírus (Covid-19).

A medida visa gerar um alívio paliativo às empresas, que devido ao afastamento compulsório do empregado, não terão de pagar os 15 dias iniciais de afastamento deste, conforme previsto na legislação vigente. Mas lembre-se, a relação entre coronavírus e auxílio doença é válida somente para os casos confirmados de Coronavírus e deve estar devidamente atestado pelo médico.

Centro de Atendimento à Covid-19 do Hospital de Santana tem 1º paciente curado

Foto: Assessoria / HRSI

Foi registrada ontem, terça-feira (23), a alta hospitalar do primeiro paciente curado, que deu entrada no Centro de Atendimento ao Covid-19, localizado dentro do Hospital Regional de Santana do Ipanema (HRSI), unidade gerida pelo Instituto Nacional de Pesquisa e Gestão em Saúde (InSaude).

Leopoldo Queiroz, de 35 anos, é residente do município de Olho d’Água das Flores, e teve alta, após dar entrada no hospital no dia 18 deste mês. O Centro de Atendimento a Covid-19 do HRSI foi inaugurado na semana passada.

um vídeo publicado nas redes sociais da instituição mostra o momento da alta de Leopoldo e quando ele se reencontra com a família. O sertanejo aproveitou também para agradecer a toda a equipe do hospital pelo tratamento recebido.


Da Redação com Assessoria HRSI