
Celyrio Adamastor conduziu reunião com integrantes do Conselho da Comunidade de Maceió. (Foto: Caio Loureiro)
O supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF), desembargador Celyrio Adamastor, reuniu-se com integrantes do Conselho da Comunidade de Maceió, nesta segunda (8). O desembargador conheceu os novos membros do grupo e reforçou a importância da entidade. “Ela faz a interlocução entre o sistema prisional e a sociedade”, destacou.
O conselho, que não tem fins lucrativos, fiscaliza as políticas penais na capital, visitando unidades prisionais, ouvindo demandas de reeducandos e auxiliando na ressocialização de egressos do sistema carcerário. Atualmente, a entidade é composta por 22 membros, de diferentes setores da sociedade. Três foram empossados recentemente. O mandato do conselheiro é de quatro anos.
“Esse contato do conselho com o Judiciário é fundamental. Nós precisamos saber do que os reenducandos necessitam. Hoje eles estão recolhidos, mas amanhã retornarão à sociedade”, lembrou o desembargador.
De acordo com a presidente da entidade, Larissa Vital, o trabalho dos membros é voluntário. “O Conselho da Comunidade é a participação social, é a voz da comunidade na execução da pena. Ele é uma instância de apoio a essa execução e a gente traz pessoas que têm um trabalho de relevância, de importância, para agregar forças e envolver a comunidade prisional como um todo”.
Larissa afirmou ainda que o GMF é parceiro nos projetos do conselho. “Temos um projeto para doação de kindles ao sistema prisional, reforçando o trabalho que já vem sendo feito na faixa da educação com o ‘Livros que Libertam’, que é uma parceria com o Tribunal da Justiça. Temos também projeto de aquisição de material esportivo e de óculos para os reeducandos. Todo apoio é fundamental”, reforçou.