O primeiro imperador brasileiro teve oficialmente dois casamentos, com D. Maria Leopoldina e D. Amélia, e dessas uniões foram gerados nove filhos.
Extraoficialmente a quantidade precisa de herdeiros é um enigma, pois especulações a partir de relatos da época levam a crer que D. Pedro I teve filhos com pelo menos 20 mulheres distintas e nem todos foram considerados legítimos.
Em 1823 chegou a ter três descendentes, cada qual de uma mãe diferente: D. Leopoldina; Domitila de Castro, a Marquesa de Santos; e a irmã dela, Maria Benedicta.
Diante do desafio, o historiador Bruno Antunes de Cerqueira resolveu classificar os filhos entre legítimos (gerados nos casamentos oficiais), legitimados (aqueles reconhecidos em testamento) e ilegítimos.
Por não haver um número exato de herdeiros, Cerqueira considera difícil detalhar a árvore de descendência do imperador brasileiro. Pelos estudos e relatos conhecidos, ele estima que o número de descendentes de todos os filhos de D. Pedro I pode chegar a cinco mil pessoas.
Encontre detalhes dessa história na Agenda Bonifácio.
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