CQC volta a Alagoas e fala sobre poluição no Rio Coruripe

13 nov 2012 - 09:35


De volta à “Terra dos ”, a equipe do humorístico Custe o que Custar (CQC) da TV Bandeirantes, exibiu na noite desta segunda-feira (12) uma reportagem na cidade de Coruripe, no litoral alagoano.

A matéria que fez parte do quadro “Proteste Já”, mostrou a grave situação que se encontra o saneamento básico da cidade. Na oportunidade o repórter Ronald Rios, entrevistou moradores, visitou a estação de tratamento e partes do Rio Coruripe.

Denúncia

Iniciada falando sobre a importância da água em nosso planeta, a reportagem do programa abordou uma denuncia que recebeu dos moradores da cidade alagoana, onde os mesmo reclamavam da falta de tratamento de seu esgoto, que acabavam jogando os dejetos diretamente no rio Coruripe.

O repórter Ronald Rios conversou com alguns dos moradores, que mostraram pessoalmente como se encontrava a situação denunciada. Entre os moradores, estava o senhor José Valdir Melo.

“O mais prejudicial para o nosso rio é esse esgotamento sanitário, totalmente sem controle. Não se coloca remédio, não é isolado por um muro de proteção, não tem vigia, não tem nada. Está entregue ao léu”, relatou o denunciante.

Ainda visitando parte do saneamento básico, o repórter do CQC fez questão de retirar uma amostra do esgoto que é jogado no rio e levar até as autoridades competentes e mostrar a real situação do esgoto no município.

Autoridades

Após as entrevistas com os moradores, Ronald procurou o prefeito Marx Beltrão, que a principio disse que a situação se tratava apenas de um “pequeno problema”, mas que não tinha muito conhecimento sobre o assunto.

Indagado pelo repórter do humorístico sobre um prazo para resolução de tal caso, o prefeito disse que iria se informar com seus assessores e secretários sobre a situação. Ainda no mesmo dia, após algumas horas, o prefeito concedeu nova entrevista ao programa e reconheceu: “não era o que eu esperava”, disse o prefeito.

Marx Beltrão se compromissou com a equipe do programa em resolver a situação em até quarenta dias. Como símbolo do acordo o repórter Ronald Rios pediu ao gestor o seu cinto emprestado dizendo que o devolveria até a volta da equipe do programa caso o problema tenha sido resolvido.

Da Redação

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